A clínica Endhos conta com médicos especialistas em diversas áreas. Confira abaixo:

Cirurgia Geral, Cirurgia Pediátrica e Cirurgia Bariátrica

Colecistite
A Colecistite é a inflamação da vesícula biliar. Na maioria dos casos, é causada pela obstrução completa do ducto cístico (responsável pela drenagem da bile) por um cálculo biliar. Além de provocar dores intensas, o paciente pode apresentar outros sintomas, como indigestão, infecções na vesícula (colecistites), náuseas, vômito e dor após as refeições, especialmente de alimentos gordurosos.

Tratamento:

O tratamento é essencialmente cirúrgico, devendo ser indicado, de preferência, nas primeiras 48 horas do início dos sintomas. O procedimento consiste na retirada da vesícula, necessária pela formação dos cálculos, e pode ser feito por laparoscopia.
Apendicite
Apendicite é uma inflamação do apêndice cecal devido a proliferação de bactérias. Inicialmente, o paciente apresenta náuseas, dor abdominal difusa e febre baixa. Algumas horas depois a dor se torna mais intensa na parte inferior do abdome à direita. Esses sintomas podem ser causados por outras doenças, como infecção urinária, por isso é importante procurar atendimento médico para o diagnóstico correto.

Tratamento:

O tratamento é sempre cirúrgico e consiste na retirada do apêndice (apedectomia). O procedimento pode ser feito pelo método tradicional aberto ou por videolaparoscopia. A videolaparoscopia proporciona menos dor no pós-operatório, curta permanência hospitalar, retorno meias rápido ás atividades cotidianas e melhor resultado estético.
Refluxo Gastroesofágico
O refluxo gastroesofágico é o retorno involuntário e repetitivo do conteúdo do estômago para o esôfago. Esse conteúdo é o suco gástrico que, por ser muito ácido, pode causar azia, queimação, dor torácica intensa e até doenças pulmonares de repetição, como pneumonias e asma. O diagnóstico é feito através do exame de endoscopia.

Tratamento:

O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico. A cirurgia para o refluxo gastroesofágico é indicada quando o tratamento com medicamentos e cuidados alimentares não traz resultados, fazendo que com que apareçam complicações, como úlceras, e o desenvolvimento de uma doença chamada esôfago de Barrett, por exemplo.
Hérnia Abdominal
A Hérnia Inguinal ocorre quando há um deslocamento de visceras através de um orifício na parede abdominal. Geralmente ocorre por um aumento gradativo da fragilidade da musculatura do abdome, sendo mais comum em homens do que em mulheres. Além de provocar um abaulamento no local, pode ainda causar dores intensas, náusea, vômitos e mal estar generalizado. Quanto mais tempo o paciente permanecer com a hérnia, mais difícil será a cirurgia e maiores as chances de complicações. Portanto, ao menor sinal da doença, procure atendimento médico especializado.

Tratamento:

O tratamento das hérnias abdominais é cirúrgico e deve ser realizado de maneira individualizada. Existem diversas técnicas cirúrgicas que vêm sendo propostas e empregadas nas últimas décadas, incluindo a videolaparoscópica, técnica que traz excelentes resultados para o paciente. Em geral, o procedimento consiste em empurrar a hérnia para dentro do abdome e fechar a abertura da parede abdominal.
Cirurgia bariátrica
A cirurgia bariátrica é um procedimento que combate a obesidade e suas complicações. Considerada hoje uma das maiores epidemias do mundo, a obesidade está diretamente ligada ao desenvolvimento de outras doenças, como hipertensão, colesterol alto, diabetes, problemas respiratórios, problemas vasculares, entre outras. Conhecida também como redução de estômago, a cirurgia bariátrica pode ser feita de mais de uma forma, a depender da avaliação do caso. A sua realização pode se dar de forma tradicional, por via aberta, ou por videolaparoscopia, que promove ganhos em estética e conforto no pós-operatório. O pré-operatório do paciente é realizado por uma equipe multidisciplinar, formada por Endocrinologista, Cardiologista, Nutricionista e Psicólogo, que o acompanhará também após a realização do procedimento.
Cirurgia bariátrica por Videolaparoscopia
A videolaparoscopia é uma das maiores evoluções da medicina. Em uma cirurgia bariátrica aberta, é feito um corte de 10 a 20 centímetros no abdome do paciente, enquanto na videolaparoscopia são feitas de 4 a 7 incisões de 0,5 a 1,2 centímetros. Além de recuperação mais rápida, a videolaparoscopia proporciona os seguintes benefícios: - menos tempo de cirurgia - menos invasiva - menores riscos

Endoscopia

Endoscopia Digestiva Alta
Exame indicado para avaliação diagnóstica e, quando possível, para tratamento de doenças da parte superior do tubo digestivo, incluindo o esôfago, o estômago e a porção inicial do duodeno. É realizado introduzindo-se, pela boca, um aparelho flexível com iluminação central, que permite a visualização de todo o trajeto examinado. O exame é realizado com sedação.
Colonoscopia
Exame endoscópico do cólon (intestino grosso), e, muitas vezes, também do íleo terminal (porção final do intestino delgado). Além da inspeção da superfície intestinal, a colonoscopia permite a realização de biópsias que podem ser úteis no estabelecimento de diagnósticos. Procedimentos terapêuticos também podem ser realizados durante a colonoscopia, sendo o mais frequente a polipectomia, que é a remoção de pólipos.
Implante de Balão intragástrico
Tratamento temporário para auxiliar na perda de peso. Consiste na implementação de balão de silicone dentro do estômago, visando promover saciedade precoce ao ocupar o espaço destinado aos alimentos. É um procedimento via endoscopia digestiva alta com sedação endovenosa, que possui pré-requisitos, indicações e contra-indicações bem estabelecidas.
Gastrostomia Endoscópica Percutânea
É um procedimento cirúrgico gastro endoscópico, no qual um tubo é empregado para fornecimento de dieta enteral. Este tubo é colocado no estômago através da implantação percutânea e pela parede abdominal. É utilizado, geralmente, para fornecer um meio de alimentação quando a administração oral não é adequada ou é contra-indicada.
Ligadura Elástica
É considerado o melhor procedimento para o tratamento das varizes de esôfago. Estas surgem em pacientes que possuem pressão aumentada da veia porta (hipertensão portal). O procedimento é realizado para a prevenção da ruptura deste vaso, evitando, assim, quadros de hemorragia digestiva. Todo paciente com varizes de esôfago deve fazer acompanhamento periódico com seu médico que, além de prescrever medicamentos, pode solicitar a ligadura elástica das varizes quando achar necessário.
Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE)
Exame indicado para avaliação diagnóstica e tratamento das doenças que acometem as vias ou canais biliares intra e extra-hepáticos (colédoco) e o canal pancreático principal (duto de Wirsung). As principais manifestações das doenças, que causam essas lesões são icterícia (olhos e pele amarelados), dor abdominal, febre e alterações bioquímicas nas enzimas hepáticas e pancreáticas.

Endoscopia

Endoscopia Digestiva Alta
Exame indicado para avaliação diagnóstica e, quando possível, para tratamento de doenças da parte superior do tubo digestivo, incluindo o esôfago, o estômago e a porção inicial do duodeno. É realizado introduzindo-se, pela boca, um aparelho flexível com iluminação central, que permite a visualização de todo o trajeto examinado. O exame é realizado com sedação.
Colonoscopia
Exame endoscópico do cólon (intestino grosso), e, muitas vezes, também do íleo terminal (porção final do intestino delgado). Além da inspeção da superfície intestinal, a colonoscopia permite a realização de biópsias que podem ser úteis no estabelecimento de diagnósticos. Procedimentos terapêuticos também podem ser realizados durante a colonoscopia, sendo o mais frequente a polipectomia, que é a remoção de pólipos.
Implante de Balão intragástrico
Tratamento temporário para auxiliar na perda de peso. Consiste na implementação de balão de silicone dentro do estômago, visando promover saciedade precoce ao ocupar o espaço destinado aos alimentos. É um procedimento via endoscopia digestiva alta com sedação endovenosa, que possui pré-requisitos, indicações e contra-indicações bem estabelecidas.
Gastrostomia Endoscópica Percutânea
É um procedimento cirúrgico gastro endoscópico, no qual um tubo é empregado para fornecimento de dieta enteral. Este tubo é colocado no estômago através da implantação percutânea e pela parede abdominal. É utilizado, geralmente, para fornecer um meio de alimentação quando a administração oral não é adequada ou é contra-indicada.
Ligadura Elástica
É considerado o melhor procedimento para o tratamento das varizes de esôfago. Estas surgem em pacientes que possuem pressão aumentada da veia porta (hipertensão portal). O procedimento é realizado para a prevenção da ruptura deste vaso, evitando, assim, quadros de hemorragia digestiva. Todo paciente com varizes de esôfago deve fazer acompanhamento periódico com seu médico que, além de prescrever medicamentos, pode solicitar a ligadura elástica das varizes quando achar necessário.
Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE)
Exame indicado para avaliação diagnóstica e tratamento das doenças que acometem as vias ou canais biliares intra e extra-hepáticos (colédoco) e o canal pancreático principal (duto de Wirsung). As principais manifestações das doenças, que causam essas lesões são icterícia (olhos e pele amarelados), dor abdominal, febre e alterações bioquímicas nas enzimas hepáticas e pancreáticas.

Cirurgias Oncológicas

Esofagectomia
A esofagectomia é o procedimento cirúrgico realizado para o tratamento de Câncer de Esôfago. Nela é feita a remoção de parte ou de todo o esôfago. A quantidade removida depende do estágio da doença. Muitas vezes, é removida também uma pequena parte do estômago, onde também são retirados os tecidos e os gânglios linfáticos ao redor dele, para onde o câncer tem possibilidade de se espalhar. Para que o paciente continue se alimentando pela boca após a cirurgia, o cirurgião cria um tubo com o estômago remanescente. Após, faz uma ligação deste com o esôfago residual saudável no tórax ou no pescoço.
Gastrectomia
A cirurgia de Gastrectomia é o principal tratamento para os diversos estágios do câncer de estômago. É realizada para retirar o tumor e uma parte ou a totalidade do estômago e os gânglios linfáticos, dependendo do tipo e do estadiamento da doença. O objetivo é sempre tentar preservar o máximo possível do órgão sem doença para a reconstrução do trato alimentar.
Colectomia
A colectomia é a opção cirúrgica para o tratamento do câncer de Intestino Grosso e Reto para remoção do cólon (parte ou inteiro) e os gânglios linfáticos próximos. Se parte do cólon é removida, denomina-se hemicolectomia, colectomia parcial ou ressecção segmentar. Se todo o cólon é retirado, denomina-se colectomia total. Muitas vezes, a colectomia total não é necessária no tratamento do câncer de cólon.
Retossigmoidectomia
Outra opção para o tratamento cirúrgico do câncer de Intestino Grosso e Reto é a retossigmoidectomia abdominal, uma cirurgia realizada para tratamento dos tumores no sigmoide e no reto. Na retossigmoidectomia abdominal retira-se o sigmoide e os linfonodos regionais e realiza-se a união do cólon esquerdo (também chamado cólon descendente) ao reto para a reconstrução do trânsito intestinal.
Hepatectomias
As hepatectomias são realizadas para tratamento de tumores primários e metástases hepáticas. É considerada, hoje, um procedimento bastante seguro, nos centros de excelência dessas cirurgias, as taxas de mortalidade são menores do que 2%. A hepatectomia parcial é a cirurgia para remoção de parte do fígado. A cirurgia só é realizada se todo o tumor puder ser removido e ainda assim restar uma parte saudável do fígado.
Pancreatectomia
A pancreatectomia é a cirurgia mais comum para remover o câncer de pâncreas. Neste procedimento, é retirada a parte do órgão que está acometida pela doença. Quando ocorre a retirada parcial do pâncreas, a insulina continua sendo produzida, mesmo que por um pequeno segmento do órgão. O paciente não fica diabético, podendo, apenas, ter uma alteração na digestão de alimentos gordurosos.
Histerectomia radical
A histerectomia radical é o tratamento cirúrgico para cânceres de Colo do Útero, de Endométrio e de Ovário. Nela, o cirurgião retira o útero, juntamente com os tecidos próximos ao órgão e a parte superior da vagina (próxima ao colo do útero). Os ovários e as trompas de Falópio não são removidos, a menos que haja alguma outra razão clínica para removê-los, como câncer de ovário. O câncer ginecológico pode disseminar-se para os linfonodos da pelve. Para verificar se existe disseminação linfonodal, o cirurgião remove alguns desses linfonodos. Este procedimento é conhecido como dissecção de linfonodos ou de amostragem linfonodal. É realizado ao mesmo tempo da histerectomia.
Vulvectomia
Dependendo do grau e do tipo do câncer, a vulva é removida cirurgicamente por completo ou em parte. Os linfonodos ao redor geralmente também são removidos, na dependência do tamanho do tumor e em sua localização na vulva.
Mastectomia e Ressecção Parcial
Esses dois procedimentos são as duas formas básicas de cirurgias mamárias para tratamento de câncer. Eles são quase sempre acompanhados da dissecção (exploração) de linfonodos da axila, de maneira total ou parcial, guiada pela biópsia de linfonodo sentinela. A mastectomia é uma forma de tratar o câncer de mama que consiste na retirada cirúrgica de toda a mama. Muitas vezes ela é realizada quando uma mulher não pode ser tratada com a cirurgia conservadora da mama. Não existe uma cirurgia ideal para todas as pacientes. A escolha do tipo de cirurgia é individualizada, analisando-se o tamanho da mama e o tipo, a localização e as dimensões do tumor. Acima de tudo, deve-se ouvir e respeitar a opinião da paciente, após ter sido bem informada e ter recebido todos os esclarecimentos necessários sobre os procedimentos. Após a mastectomia, a mulher pode querer considerar a reconstrução mamária, para restaurar a aparência da sua mama. Embora cada caso seja diferente, a maioria das pacientes que fazem mastectomia pode fazer a reconstrução ao mesmo tempo (reconstrução imediata) ou num momento posterior (reconstrução tardia).
Ressecção ampliada de Tumor de Pele
Existem diversos tipos de cirurgia para tratamento do carcinoma de pele e partes moles. A escolha da técnica cirúrgica dependerá do tamanho do tumor, sua localização e de seu tipo histológico. Existem dezenas de técnicas cirúrgicas para se retirar e reconstruir uma área acometida por tumor de pele ou partes moles. Nos casos simples, a retirada da lesão pode ser reconstruída ao mesmo tempo por apenas um fechamento simples, com pontos. Em casos de média e grande complexidade, podem ser feitos retalhos, técnica que usa tecido vizinho do local acometido para fechar o defeito resultante da retirada do câncer. Outra opção é o uso de enxertos, que são tecidos provenientes de longe da área acometida. Se os gânglios linfáticos próximos ao tumor estão aumentando, pode ser sinal de que o câncer atingiu esses linfonodos. Nesse caso, eles são removidos cirurgicamente e analisados por um patologista.

Tratamentos de Câncer

Câncer de Mama
O câncer de mama é o mais incidente nas mulheres, estando atrás apenas dos casos de câncer de pele não melanoma. Para 2018, a estimativa é de 59.700 novos casos da doença. Quanto mais cedo o câncer de mama é diagnosticado, maiores as chances de o tratamento ser bem-sucedido. O objetivo dos exames diagnósticos de rotina é encontrar o câncer antes mesmo de causar sintomas. O tamanho do tumor e sua capacidade de se espalhar são os fatores mais importantes para o prognóstico da doença. A recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia é que as mulheres iniciem a mamografia a partir dos 40 anos e com periodicidade anual. Em algumas circunstâncias a idade deverá ser antecipada, bem como a frequência, de acordo com a indicação médica. As chances de sucesso no tratamento superam 90%, quando diagnosticado precocemente.
Câncer de Colo do Útero
No Brasil, a incidência de câncer de colo de útero é alta e, apenas em 2018, estima-se a ocorrência de cerca de 16.370 novos casos. Lesões pré-cancerosas (ou mesmo o câncer de colo do útero em seus estágios iniciais) geralmente não apresentam sintomas. Estes só aparecem nos casos mais avançados. O Exame Papanicolau é um dos métodos utilizados na prevenção e no diagnóstico do câncer de colo do útero. Ele detecta a doença em seus estágios iniciais, aumentando assim as chances de sucesso do tratamento. Outro exame indicado no diagnóstico precoce do Câncer de Colo de Útero é a Colposcopia, esse exame permite examinar o colo do útero por meio de um aparelho chamado colposcópio, que se assemelha a um par de binóculos. Ele produz uma imagem ampliada entre 10 a 40 vezes, permitindo que o médico identifique lesões imperceptíveis a olho nu.
Câncer de Pele
Não costumamos pensar na pele como um órgão, mas é isso o que ela é: o maior órgão do corpo humano. O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum. São estimados 171.840 novos casos no Brasil, em 2018, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Há dois tipos básicos de câncer de pele, os não-melanoma, geralmente das células basais ou das escamosas, e os melanomas, que têm origem nos melanócitos, as células produtoras de melanina. Apesar de mais comuns em pessoas de pele clara, negros e seus descendentes não estão livres da doença. O diagnóstico precoce é a chave para o tratamento de qualquer tipo de câncer, e também para o câncer de pele.
Câncer do Endométrio
O endométrio está localizado no interior do útero. É composto por células glandulares que frequentemente descamam, resultando na menstruação. As mulheres têm um risco de 2,6% de desenvolverem neoplasia de endométrio durante a vida, correspondendo a cerca de 3,6% de todos os cânceres femininos. O principal sintoma é o sangramento uterino anormal, que ocorre em aproximadamente 95% dos casos. Pacientes na pré ou perimenopausa, com sangramento uterino anormal, também deverão ser avaliadas para neoplasia de endométrio. O diagnóstico do câncer de endométrio é feito por meio da biópsia. A amostra de tecido endometrial é obtida pela histeroscopia.
Câncer de Ovário
Câncer de Mama Câncer de Colo do Útero Câncer de Pele Câncer do Endométrio Câncer de Ovário O câncer de ovário é silencioso, demora a apresentar sintomas e pode crescer bastante antes de ser detectado. Infelizmente, cerca de 75% dos casos têm o diagnóstico quando a doença já está avançada. Cerca de 10% dos casos têm um componente genético e podem estar relacionados com o câncer de mama. Como a doença não provoca sintomas em seus estágios iniciais, normalmente, quando ela é descoberta já se encontra em estágio avançado. Os sintomas são comuns a várias doenças e podem ser confundidos com outros problemas. Ainda não existe nenhum método totalmente eficaz no diagnóstico precoce do câncer de ovário. A história, exame físico, ultrassom e marcador tumoral CA-125 é o que dispomos inicialmente para tentar um diagnóstico precoce.
Câncer de Esôfago
O esôfago é um órgão tubular que conduz o alimento desde a garganta até o abdômen, onde se encontra com o estômago. No Brasil, são estimados 10.790 novos casos de câncer de esôfago para 2018, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Os principais fatores de risco são problemas como o refluxo gastroesofágico, o tabagismo, a obesidade, o consumo crônico de álcool, e antecedentes de tumores da garganta, boca e pulmões, dentre outros. Quanto ao diagnóstico, deve-se considerar a história clínica, normalmente associada à dificuldade para engolir, e confirmada pela endoscopia com biópsia. Concomitante ao diagnóstico, deve-se realizar o estadiamento (avaliação do grau de avanço do tumor, disseminação e profundidade).
Câncer de Estômago
O estômago localiza-se na porção superior do abdômen, próximo às costelas e ligeiramente à esquerda. No Brasil, o câncer de estômago é o quarto mais incidente na população masculina e sexto na feminina. Em 2018, são esperados 13.540 casos nos homens e 7.750 nas mulheres. Os sintomas iniciais destes tumores podem ser bastante inespecíficos. Eventualmente, os sinais podem se assemelhar a um quadro simples de gastrite. Essa semelhança com doenças benignas leva muitas vezes ao diagnóstico tardio da doença, uma vez que a Endoscopia Digestiva é muitas vezes postergada, especialmente em pacientes jovens. Em alguns casos, pacientes que têm tumores mais altos podem se queixar de dificuldade de deglutição e refluxo ácido. Quando a neoplasia se encontra em estágios mais avançados, pode ocorrer perda de peso importante, vômitos e aumento do volume do abdome pela presença de líquido em seu interior. O diagnóstico do câncer gástrico se inicia pela Endoscopia Digestiva Alta, que permite a caracterização da lesão, realização de biópsia e ajuda no planejamento da cirurgia.
Câncer de Fígado
O fígado é o maior órgão sólido humano e localiza-se no abdômen superior, sob as costelas, do lado direito do corpo. É responsável pelo aproveitamento de um grande número de substâncias absorvidas pelo intestino e pela produção de várias proteínas que desempenham as mais diferentes funções no organismo. Os tumores que afetam o fígado são, em sua maioria, metastáticos, já que são muito mais frequentes que os tumores primários – aqueles que se originam no órgão. O fígado é um destino comum de metástases dos vários tipos de cânceres de praticamente todos os órgãos do corpo humano. Os principais fatores de risco para esta doença incluem cirrose hepática (causada por infecções virais, tais como a Hepatite B e C, e o abuso de álcool), hepatite autoimune, hepatite relacionada ao acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática), relacionada à obesidade e síndrome metabólica. O diagnóstico deste tumor é feito pela associação de exames de imagem (ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética) e laboratoriais (dosagem de Alfafeto-proteína –uma substância produzida pela maior parte destes tumores).
Câncer de Pâncreas
O pâncreas é uma glândula que tem duas funções principais: a produção de insulina, um hormônio que regula a glicose no sangue e a produção de enzimas digestivas, que ajudam a quebrar os alimentos nas partículas que serão absorvidas pelo nosso organismo. Na maioria dos pacientes portadores de câncer de pâncreas o quadro clínico é inespecífico, com icterícia (coloração amarelada da pele, nos tumores que acometem a região da cabeça do órgão), indolor ou dor nas costas, associada à perda de peso. A presença de urina escurecida (colúria) e fezes esbranquiçadas (hipocolia fecal) também podem estar presentes. Emagrecimento é uma queixa comum, podendo ser acompanhado de dores nas costas e depressão. A tomografia computadorizada de abdômen é o método de escolha para o diagnóstico do câncer do pâncreas. Pacientes que não podem usar contraste iodado podem realizar a ressonância nuclear magnética, já que esta apresenta características semelhantes à tomografia no diagnóstico de lesões pancreáticas.
Câncer Colorretal / Intestino Grosso
O intestino grosso corresponde à parte final do tubo digestivo, entre o intestino delgado e o ânus e é dividido em cólon e reto. A principal função do intestino grosso é extrair água e sais minerais dos alimentos previamente digeridos, após passarem pelo estômago e pelo intestino delgado. O conteúdo fecal torna-se mais pastoso e sólido à medida que é conduzido ao longo do cólon, sendo finalmente armazenado no reto, antes da evacuação. O câncer do intestino grosso (câncer colorretal) é um dos tipos com maior incidência em todo o mundo, principalmente nas regiões mais desenvolvidas. No Brasil é o segundo tumor mais incidente em mulheres e o terceiro em homens (exceto os casos de câncer de pele não melanoma). São estimados cerca de 36.360 novos casos em 2018. A maioria dos tumores se origina a partir de pequenas lesões chamadas pólipos adenomatosos. Esses pólipos, apesar de benignos, são considerados precursores do câncer colorretal. Portanto, uma das maneiras mais eficazes de evitar o aparecimento de câncer colorretal é por meio da remoção dos pólipos por meio da colonoscopia.

Tratamentos de Câncer

Câncer de Mama
O câncer de mama é o mais incidente nas mulheres, estando atrás apenas dos casos de câncer de pele não melanoma. Para 2018, a estimativa é de 59.700 novos casos da doença. Quanto mais cedo o câncer de mama é diagnosticado, maiores as chances de o tratamento ser bem-sucedido. O objetivo dos exames diagnósticos de rotina é encontrar o câncer antes mesmo de causar sintomas. O tamanho do tumor e sua capacidade de se espalhar são os fatores mais importantes para o prognóstico da doença. A recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia é que as mulheres iniciem a mamografia a partir dos 40 anos e com periodicidade anual. Em algumas circunstâncias a idade deverá ser antecipada, bem como a frequência, de acordo com a indicação médica. As chances de sucesso no tratamento superam 90%, quando diagnosticado precocemente.
Câncer de Colo do Útero
No Brasil, a incidência de câncer de colo de útero é alta e, apenas em 2018, estima-se a ocorrência de cerca de 16.370 novos casos. Lesões pré-cancerosas (ou mesmo o câncer de colo do útero em seus estágios iniciais) geralmente não apresentam sintomas. Estes só aparecem nos casos mais avançados. O Exame Papanicolau é um dos métodos utilizados na prevenção e no diagnóstico do câncer de colo do útero. Ele detecta a doença em seus estágios iniciais, aumentando assim as chances de sucesso do tratamento. Outro exame indicado no diagnóstico precoce do Câncer de Colo de Útero é a Colposcopia, esse exame permite examinar o colo do útero por meio de um aparelho chamado colposcópio, que se assemelha a um par de binóculos. Ele produz uma imagem ampliada entre 10 a 40 vezes, permitindo que o médico identifique lesões imperceptíveis a olho nu.
Câncer de Pele
Não costumamos pensar na pele como um órgão, mas é isso o que ela é: o maior órgão do corpo humano. O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum. São estimados 171.840 novos casos no Brasil, em 2018, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Há dois tipos básicos de câncer de pele, os não-melanoma, geralmente das células basais ou das escamosas, e os melanomas, que têm origem nos melanócitos, as células produtoras de melanina. Apesar de mais comuns em pessoas de pele clara, negros e seus descendentes não estão livres da doença. O diagnóstico precoce é a chave para o tratamento de qualquer tipo de câncer, e também para o câncer de pele.
Câncer do Endométrio
O endométrio está localizado no interior do útero. É composto por células glandulares que frequentemente descamam, resultando na menstruação. As mulheres têm um risco de 2,6% de desenvolverem neoplasia de endométrio durante a vida, correspondendo a cerca de 3,6% de todos os cânceres femininos. O principal sintoma é o sangramento uterino anormal, que ocorre em aproximadamente 95% dos casos. Pacientes na pré ou perimenopausa, com sangramento uterino anormal, também deverão ser avaliadas para neoplasia de endométrio. O diagnóstico do câncer de endométrio é feito por meio da biópsia. A amostra de tecido endometrial é obtida pela histeroscopia.
Câncer de Ovário
Câncer de Mama Câncer de Colo do Útero Câncer de Pele Câncer do Endométrio Câncer de Ovário O câncer de ovário é silencioso, demora a apresentar sintomas e pode crescer bastante antes de ser detectado. Infelizmente, cerca de 75% dos casos têm o diagnóstico quando a doença já está avançada. Cerca de 10% dos casos têm um componente genético e podem estar relacionados com o câncer de mama. Como a doença não provoca sintomas em seus estágios iniciais, normalmente, quando ela é descoberta já se encontra em estágio avançado. Os sintomas são comuns a várias doenças e podem ser confundidos com outros problemas. Ainda não existe nenhum método totalmente eficaz no diagnóstico precoce do câncer de ovário. A história, exame físico, ultrassom e marcador tumoral CA-125 é o que dispomos inicialmente para tentar um diagnóstico precoce.
Câncer de Esôfago
O esôfago é um órgão tubular que conduz o alimento desde a garganta até o abdômen, onde se encontra com o estômago. No Brasil, são estimados 10.790 novos casos de câncer de esôfago para 2018, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Os principais fatores de risco são problemas como o refluxo gastroesofágico, o tabagismo, a obesidade, o consumo crônico de álcool, e antecedentes de tumores da garganta, boca e pulmões, dentre outros. Quanto ao diagnóstico, deve-se considerar a história clínica, normalmente associada à dificuldade para engolir, e confirmada pela endoscopia com biópsia. Concomitante ao diagnóstico, deve-se realizar o estadiamento (avaliação do grau de avanço do tumor, disseminação e profundidade).
Câncer de Estômago
O estômago localiza-se na porção superior do abdômen, próximo às costelas e ligeiramente à esquerda. No Brasil, o câncer de estômago é o quarto mais incidente na população masculina e sexto na feminina. Em 2018, são esperados 13.540 casos nos homens e 7.750 nas mulheres. Os sintomas iniciais destes tumores podem ser bastante inespecíficos. Eventualmente, os sinais podem se assemelhar a um quadro simples de gastrite. Essa semelhança com doenças benignas leva muitas vezes ao diagnóstico tardio da doença, uma vez que a Endoscopia Digestiva é muitas vezes postergada, especialmente em pacientes jovens. Em alguns casos, pacientes que têm tumores mais altos podem se queixar de dificuldade de deglutição e refluxo ácido. Quando a neoplasia se encontra em estágios mais avançados, pode ocorrer perda de peso importante, vômitos e aumento do volume do abdome pela presença de líquido em seu interior. O diagnóstico do câncer gástrico se inicia pela Endoscopia Digestiva Alta, que permite a caracterização da lesão, realização de biópsia e ajuda no planejamento da cirurgia.
Câncer de Fígado
O fígado é o maior órgão sólido humano e localiza-se no abdômen superior, sob as costelas, do lado direito do corpo. É responsável pelo aproveitamento de um grande número de substâncias absorvidas pelo intestino e pela produção de várias proteínas que desempenham as mais diferentes funções no organismo. Os tumores que afetam o fígado são, em sua maioria, metastáticos, já que são muito mais frequentes que os tumores primários – aqueles que se originam no órgão. O fígado é um destino comum de metástases dos vários tipos de cânceres de praticamente todos os órgãos do corpo humano. Os principais fatores de risco para esta doença incluem cirrose hepática (causada por infecções virais, tais como a Hepatite B e C, e o abuso de álcool), hepatite autoimune, hepatite relacionada ao acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática), relacionada à obesidade e síndrome metabólica. O diagnóstico deste tumor é feito pela associação de exames de imagem (ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética) e laboratoriais (dosagem de Alfafeto-proteína –uma substância produzida pela maior parte destes tumores).
Câncer de Pâncreas
O pâncreas é uma glândula que tem duas funções principais: a produção de insulina, um hormônio que regula a glicose no sangue e a produção de enzimas digestivas, que ajudam a quebrar os alimentos nas partículas que serão absorvidas pelo nosso organismo. Na maioria dos pacientes portadores de câncer de pâncreas o quadro clínico é inespecífico, com icterícia (coloração amarelada da pele, nos tumores que acometem a região da cabeça do órgão), indolor ou dor nas costas, associada à perda de peso. A presença de urina escurecida (colúria) e fezes esbranquiçadas (hipocolia fecal) também podem estar presentes. Emagrecimento é uma queixa comum, podendo ser acompanhado de dores nas costas e depressão. A tomografia computadorizada de abdômen é o método de escolha para o diagnóstico do câncer do pâncreas. Pacientes que não podem usar contraste iodado podem realizar a ressonância nuclear magnética, já que esta apresenta características semelhantes à tomografia no diagnóstico de lesões pancreáticas.
Câncer Colorretal / Intestino Grosso
O intestino grosso corresponde à parte final do tubo digestivo, entre o intestino delgado e o ânus e é dividido em cólon e reto. A principal função do intestino grosso é extrair água e sais minerais dos alimentos previamente digeridos, após passarem pelo estômago e pelo intestino delgado. O conteúdo fecal torna-se mais pastoso e sólido à medida que é conduzido ao longo do cólon, sendo finalmente armazenado no reto, antes da evacuação. O câncer do intestino grosso (câncer colorretal) é um dos tipos com maior incidência em todo o mundo, principalmente nas regiões mais desenvolvidas. No Brasil é o segundo tumor mais incidente em mulheres e o terceiro em homens (exceto os casos de câncer de pele não melanoma). São estimados cerca de 36.360 novos casos em 2018. A maioria dos tumores se origina a partir de pequenas lesões chamadas pólipos adenomatosos. Esses pólipos, apesar de benignos, são considerados precursores do câncer colorretal. Portanto, uma das maneiras mais eficazes de evitar o aparecimento de câncer colorretal é por meio da remoção dos pólipos por meio da colonoscopia.

Psiquiatria

Depressão
Em pleno século 21 há muitas pessoas que ainda acham que depressão é besteira, falta do que fazer, apenas para chamar atenção etc. A verdade é que a depressão é uma doença séria e precisa ser tratada, por isso se você está triste, desanimado, sem energia para fazer as coisas que costumava e gostava de fazer, procure ajuda! ​ A depressão é uma luta que precisa não apenas de um médico para ser vencida, precisa do apoio da família, amigos e principalmente precisa de você mesmo. É necessário que o paciente não se entregue e lute contra esse problema, para que assim todos saiam ganhando. ​ Não deixe para considerar a depressão como doença quando for tarde.
Síndrome de Burnout
Trata-se de um estado no qual o indivíduo sofre de exaustão tanto emocional, quanto mental e física. Sendo causada por um excesso de estresse de maneira prolongada. ​ Essa síndrome pode ser identificada no momento em que este indivíduo se sente incapaz ou até mesmo sobrecarregado ao realizar e concluir com funções recorrentes a sua rotina no trabalho. ​ Trazendo grande prejuízo na sua vida diária, relações interpessoais, humor.
TOC
TOC Só porque você tem pensamentos obsessivos ou executa comportamentos compulsivos, NÃO significa que você tenha transtorno obsessivo-compulsivo. ​ Com o TOC, esses pensamentos e comportamentos causam tremenda angústia, ocupam muito tempo (pelo menos uma hora por dia) e interferem em sua vida diária e relacionamentos. ​ A maioria das pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo tem obsessões e compulsões, mas algumas pessoas experimentam apenas uma ou outra. ​ Pensamentos obsessivos comuns no TOC incluem: • Medo de ser contaminado por germes ou sujeira ou contaminar os outros; • Medo de perder o controle e prejudicar a si mesmo ou aos outros; • Pensamentos e imagens sexualmente explícitos ou violentos; • Foco excessivo em ideias religiosas ou morais; • Medo de perder ou não ter coisas que você pode precisar; • Ordem e simetria: a ideia de que tudo deve se alinhar "apenas certo"; • Superstições; atenção excessiva a algo considerado sortudo ou azarado.
Transtornos de Ansiedade
O grupo de Transtornos de ansiedade incluem doenças compartilham características de medo, preocupação excessiva, angústia. Esses distúrbios incluem transtorno de ansiedade de separação, mutismo seletivo, fobia específica, transtorno de ansiedade social (fobia social), transtorno do pânico, agorafobia, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de ansiedade induzido por substância / medicação e transtorno de ansiedade devido à outra condição médica. Os transtornos de ansiedade são causados por uma interação de fatores biopsicossociais, incluindo vulnerabilidade genética, que interagem com situações, estresse ou trauma para produzir síndromes clinicamente significativas.
Transtorno de Pânico

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